No cenário internacional, várias equipes da FIRST se destacam por seus projetos sociais. A equipe CocoNuts 2486, dos Estados Unidos, criou o programa RezBotics, levando robótica a comunidades indígenas da Nação Navajo. Esse trabalho só foi possível porque a equipe identificou uma necessidade real e se propôs a solucioná-la.
Na Austrália, a equipe Project Bucephalus 5985 desenvolve programas de robótica inclusiva, oferecendo aulas para jovens com deficiência e até utilizando robótica como forma de terapia. Com isso, provaram que STEM pode ser ferramenta de inclusão social em qualquer contexto.
A equipe RoboLancers 321, da Filadélfia, fundou uma coalizão de robótica urbana que hoje apoia mais de 130 equipes em escolas públicas da cidade. Esse modelo de rede colaborativa virou referência para outros distritos nos EUA.
Esses exemplos mostram que o impacto pode ser adaptado a diferentes realidades: desde atender minorias em áreas remotas até fortalecer sistemas de ensino urbano. O ponto em comum é a escuta ativa da comunidade e a criação de soluções sustentáveis.
Ao estudar esses casos, equipes de todo o mundo encontram inspiração para adaptar metodologias e criar seus próprios projetos de impacto social, alinhados ao lema da FIRST de que se trata de muito mais do que robôs.