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Nos dias 28 a 30 de maio, participamos do campeonato Run for the Robots Premier Event, em Kentucky nos Estados Unidos. A competição envolveu equipes de 3 países diferentes, tendo somente nós como a única equipe brasileira presente. Foi uma experiência inesquecível para todos os competidores, técnicos e até os mentores que seguiram torcendo mesmo tão longe.

Desempenho na Arena

Nas qualificatórias, a Alta Voltagem terminou na 32ª posição. Apesar do resultado, a equipe não conseguiu avançar para os playoffs. Mas, para nós, o campeonato não pode ser resumido apenas pela classificação.

Durante as partidas, enfrentamos diversos desafios e situações inesperadas. Foi preciso adaptar estratégias, encontrar soluções rapidamente e confiar no trabalho que havíamos desenvolvido durante toda a temporada. Cada dificuldade se tornou uma oportunidade para aprender e melhorar.

Um desafio além da robótica

Um dos maiores desafios durante a competição foi a diferença de idioma.

Estar em um ambiente internacional trouxe algumas dificuldades de comunicação, principalmente nos momentos em que precisávamos conversar rapidamente com outras equipes, técnicos e competidores.

Mesmo assim, isso não nos impediu de criar conexões.

Com muito esforço e com a ajuda de várias pessoas que encontramos durante a competição, conseguimos superar essa barreira. Competidores, técnicos e até mesmo nossos mentores, que estavam acompanhando tudo de longe, foram fundamentais para que conseguíssemos seguir em frente.

Estratégia, adaptação e trabalho em equipe

Ao longo do campeonato, percebemos ainda mais a importância de saber se adaptar.

Nem tudo acontece como planejado em uma competição de robótica. Quando surgiam problemas, precisávamos parar, analisar a situação e pensar em uma nova estratégia.

Foi justamente essa capacidade de adaptação que nos ajudou a superar muitos dos obstáculos encontrados durante o campeonato.

Mais do que fazer o robô funcionar, aprendemos a trabalhar juntos quando as coisas não saíam como esperávamos.

Muito além do resultado

No final, voltar para casa com a 32ª colocação nas qualificatórias e sem avançar para os playoffs poderia parecer, à primeira vista, um resultado que não alcançou tudo aquilo que esperávamos.

Mas levamos muito mais do que uma posição no ranking.

Levamos experiências, aprendizados, novas amizades e a certeza de que conseguimos enfrentar desafios que, antes da competição, pareciam ainda maiores.

E, claro, levamos para casa um Inspire Award que representa todo o esforço e a energia que colocamos nessa jornada.